Carta aberta, em homenagem póstuma ao meu pai Arnaldo Mendonça Cunha

Parece um pesadelo pai, o de que o Sr. partiu, pois, quando eu era criança eu orava para Deus me levar primeiro.E quanta inocência! E tanta pureza! Naqueles natais em que o Sr.era o meu verdadeiro papai noel e eu nem percebia…só lembro que eu encontrava uma bola debaixo da minha redinha ao acordar e que depois o Sr. ainda deixava eu marcar o gol na sua área para me agradar e ver-me feliz.Ah, pai, será duro, sofrido, superar essa dor profunda e sem o Sr. aqui na terra nestes horas   adultas. Lembro-me do meu primeiro relógio de pulso que o Sr. me deu, que felicidade!
Agora, ao lado do pai, fiquei só e sem o meu melhor amigo,mas as boas lembranças serão infindas até quando nós nos revermos e nos abraçarmos naquele dia – o da ressurreição prometida por Jesus Cristo no livro sagrado!
Teu eterno filho,
James Azevedo Cunha
01.11.2024

 

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