Arnaldo Mendonça Cunha, in memoriam

Arnaldo Mendonça cunha nasceu no dia 25 de julho de 1935 em Penalva e faleceu em 01.11.2O24 em São Luís.Filho de João Neves Cunha e Ezilda Mendonça Cunha.Sua infância e mocidade passou em Penalva, Ouro e São Luís.Começou a trabalhar muito cedo, pois, foi ourives aos 15 anos de idade na oficina de Mundoca Ourives na praça de São Benedito quando morou na casa das suas tias - as Mendonça, bem nas proximidades. Casou-se em 09.11.1957 aos 23 anos com Maria Lúcia Simas Azevedo Cunha quando ela tinha apenas 16 anos com a qual teve 7 filhos. Foi designado por meio da portaria 001/51 de 1° de de janeiro de 1951 para a função de fiscal de praias e mercados no município de Penalva pelo então prefeito Wilson Marques.O seu primeiro emprego de carteira assinada foi no escritório da Fábrica Camboa em São Luís, ainda, funcionário da Cervejaria J.C.Monte, caixeiro da Loja de Tecido Fé em Deus.Quando o seu pai tinha comércio no Ouro, ele foi tropeiro seguindo montado guiando os animais com carga de babaçu até ao Jacaré para depois seguir via fluvial até Penalva. Foi vendedor em Penalva de bilhete da loteria Estadual.Foi escrivão de delegacia.Foi monitor do Incra no Governo do presidente Castelo Branco.Foi juiz preparador ensinando nos povoados votar aos eleitores leigos, pois, a sua boa caligrafia ajudou muito nesse trabalho. Foi locutor no auge da Casa Onça de Bento Mendes, ainda foi, também, agente encarregado de tirar passagens para viagens de Penalva a São Luis do Táxi Aéreo Apache, avião bimotor de propriedade de empresário de São Luís.Anos mais tarde ingressou na Secretaria da Fazenda e do Estado do Maranhão na função de Auxiliar de Receita Classe B, Referência III, sempre galgando promoção pela sua dedicação no trabalho até chegar ao cargo de Coletor Estadual via concurso público realizado em Pinheiro.Foi um estusiasta ritmista do extinto bloco Fala Mangueira nas década de 1950/1960, como também seu Pai João Cunha que se deu o luxo de ser um baliza ousado nos passes na frente do bloco.Foi sócio proprietário e presidente do Grêmio Cultural e Recreativo Penalvense nos anos 70 por duas vezes.E um dos fundadores do bloco Magníficos do Samba em 1979. Compôs sambas para o seu bloco em parceria com Raimundo Balby.Seu quilate poeta cintila em vários sambas de muita inspiração poética, como Pedra Preciosa, Voltei, Penalva, Majestade Rainha, Último Samba, Não Deixe a Vida Passar, Galo de Terreiro e Feliz ano novo.Arnaldo Cunha gostava de filme do Velho Oeste dos estados americanos, sempre assobiova alguns musicais de suas trilhas sonoras em casa, foi campeão de3 torneio de sinuca realizado em Penalva no ano 1968 e, dada à sua valiosa contribuição ao carnaval de Penalva, foi condecorado em 06.04.2019 pelo Magníficos do Samba com uma medalha " Honra ao Mérito " em nossa residência no Cohatrac IV em meio a uma roda de samba comandada por Dr. Raimundo Balby e convidados especiais como: Dr. Gilmar Pereira, Amadeu Pereira, Fontourinha, César Monteiro,pois Maia, Alberto Silva e nossos familiares, pois, os demais convidados não puderam comparecer. Apache do avião de propriedade de empresário de São Luís.Casou-se em 09.11.1957 aos 23 anos com Maria Lúcia Simas Azevedo Cunha quando ela tinha apenas 16 anos anos com a qual teve 7 filho.Anos mais tardes ingressou na Secretaria da Fazenda do Estado do Maranhão na função de Agente Arrecadador do Estado em Penalva, técnico em Receita Estadual Taf-III. de Auxiliar de Receita Classe B, Referência III, galgando promoção pela sua dedicação no trabalho até chegar ao cargo de Coletor Estadual vía concurso público realizado em Pinheiro.Foi um estusiasta ritmista do extinto bloco Fala Mangueira nas década de 1950/1960, como também seu pai João Cunha que se dava o luxo de ser um baliza ousado nos movimentos.Foi sócio proprietário e presidente do Grêmio Cultural e Recreativo Penalvense nos anos 70 por duas vezes.Foi um dos fundadores do bloco Magníficos do Samba em 1979. Compôs sambas para o seu bloco em parceria com Dr. Raimundo Balby. Seu quilate poeta cintila em vários sambas de muita inspiração poética, como Pedra Preciosa, Voltei, Penalva, Majestade Rainha, Último Samba, Não Deixe a Vida Passar, Galo de Terreiro e Feliz ano novo.Arnaldo Cunha gostava de filme do Velho Oeste dos estados americanos, sempre assobiova alguns musicais de suas trilhas sonoras em casa, assim como o engraçado assobio de,chamar vento.Em 1968 foi campeão de torneio de sinuca realizado em Penalva. Ademais , dada à sua valiosa contribuição ao carnaval de Penalva, foi condecorado em 06.04.2019 pelo Magníficos do Samba com uma medalha " Honra ao Mérito " em nossa residência no Cohatrac IV em meio a uma roda de samba comandada por Dr. Raimundo Balby e convidados especiais como: Dr. Gilmar Pereira, Amadeu Pereira, Fontourinha, César Monteiro,Wolweber Maia, Alberto Silva e nossos familiares, pois, os demais convidados não puderam comparecer.Arnaldo Cunha era um homem feliz, visionário, fervoroso torcedor do Flamengo, deixou um brilhante legado aqui na terra, meu espelho, meu melhor amigo, agora na morada Celestial.

Arnaldo Mendonça Cunha

Arnaldo Mendonça Cunha nasceu no dia 25 de julho de 1935 em Penalva e faleceu em 01.11.2O24 em São Luís.Filho de João Neves da Cunha e Ezilda Balby Mendonça Cunha (Diva Cunha).Sua infância e mocidade passou em Penalva, Ouro e São Luís.Começou a trabalhar muito cedo, pois, foi ourives aos 15 anos de idade na oficina de Mundoca Ourives na praça de São Benedito quando morou na residência de suas tias – as Mendonça, bem nas proximidades. Casou-se em 09.11.1957 aos 23 anos com Maria Lúcia Simas Azevedo Cunha quando ela tinha apenas 16 anos com a qual teve 7 filhos.

Foi designado por meio da portaria 001/51 de 1° de de janeiro de 1951 para a função de fiscal de praias e mercados no município de Penalva pelo então prefeito Wilson Marques.O seu primeiro emprego de carteira assinada foi no escritório da Fábrica Camboa em São Luís, ainda, funcionário da Cervejaria J.C.Monte, caixeiro da Loja de Tecido Fé em Deus.

Quando o seu pai tinha comércio no Ouro, ele foi tropeiro seguindo montado guiando os animais com carga de babaçu até ao Jacaré para depois seguir via fluvial até Penalva para ser entregue a  Aquino Mendes e, este por sua vez, passava para o Bento Mendes. Foi vendedor em Penalva de bilhete da loteria Estadual, escrivão de delegacia, monitor do Incra no governo do presidente Castelo Branco, juiz preparador( termo usado nessa época) ensinando nos povoados votar aos eleitores leigos, pois, á sua boa caligrafia e boa comunicação ajudaram muito nesse trabalho.
Foi locutor no auge da Casa Onça de Bento Mendes, ainda foi, também, agente de tirar passagens para viagens de Penalva a São Luis do Táxi Aéreo Apache, avião bimotor de propriedade de empresário de São Luís.Anos mais tardes ingressou na Secretaria Fazenda  do Estado do Maranhão e exerceu à função de Auxiliar de Receita, Classe B, Referência III, sempre galgando promoção pela sua dedicação no trabalho até chegar ao cargo de Coletor Estadual via concurso público realizado em Pinheiro.Foi um estusiasta ritmista do extinto bloco Fala Mangueira nas década de 1950/1960, como também seu pai João Cunha que se deu ao luxo de ser um baliza extrovertido nos passes na frente desse bloco.

Foi sócio proprietário e presidente do Grêmio Cultural e Recreativo Penalvense nos anos 70 por duas vezes.

O tamborim silenciado do Magníficos do Samba

Foi um dos fundadores do bloco Magníficos do Samba em 1979. Compôs sambas para o seu bloco em parceria com o Dr. Raimundo Balby. O seu quilate poético cintila em vários sambas de muita inspiração, como: Pedra Preciosa, Voltei, Penalva, Majestade Rainha,  Não Deixe a Vida Passar, Galo de Terreiro, Feliz Ano Novo e Último Samba.

Estrofe solta  escrita pelo punho do poeta Arnaldo Cunha.

Arnaldo Cunha gostava de filme do Velho Oeste dos Estados Unidos Americanos, sempre assobiova alguns musicais de suas trilhas sonoras em casa, assim como o lendário de chamar vento, fazia isso com humor.Era reconhecido nos salões de festas como um exímio dançador de seresta e valsa, mas como tinha elegância! Foi um fervoroso torcedor do Flamengo, campeão de torneio de sinuca realizado em Penalva no ano 1968 e, dada à sua valiosa contribuição ao carnaval de Penalva, foi condecorado em 06.04.2019 pelo Magníficos do Samba com uma medalha ” Honra ao Mérito, compositor nota 10 ” em nossa residência no Cohatrac IV em meio a uma roda de samba comandada por Dr. Raimundo Balby e convidados especiais como: Dr. Gilmar Pereira, Amadeu Pereira, Fontourinha, César Monteiro, Wolweber Maia, Humberto Silva e nossos familiares, pois, os demais convidados não puderam comparecer.Arnaldo Cunha, um homem bom, deixou um brilhante legado aqui na terra para nós, meu espelho, meu melhor amigo, agora na morada Celestial.

Aqui vivi a minha infância e parte da adolescência ao lado dos meus pais e sete irmãos ( quatro homens e três mulheres).

 

Sâo Luís (7.nov.2024).

24 pensou em “Arnaldo Mendonça Cunha, in memoriam

  1. Meus sentimentos á todos os familiares , Cunha que Deus conforte os corações de todos os familiares e amigos amém que Deus coloque ele em bom lugar, amém

  2. celebro as lembranças que tenho e agradeço por tudo o que significou e significa p mim.!
    Para sempre lembrado, para sempre amado!
    Sua ausência é sentida a cada dia, mas suas lembranças permanecem vivas em nossos corações!

  3. Excelente comentário, Arnaldo Mendonça Cunha, homem de caráter irrepreensível e cuja trajetória profissional é um verdadeiro exemplo. As mensagens dos penalvenses ressaltam a importância do legado deixado por ele à sociedade, especialmente no exercício da cidadania, com impactos significativos nas áreas sociais e culturais. Proveniente de um ambiente familiar marcado pela educação e por histórias de destaque no cenário da construção intelectual e socioeducacional, Arnaldo transmite, geração após geração, valores nobres que dignificam sua memória. Seu exemplo se torna um farol para os jovens, iluminando caminhos e despertando vocações, com o intuito de inspirar e contribuir de maneira significativa para o avanço da sociedade, que necessita constantemente de novos talentos.

  4. Em primeiro lugar, meus sentimentos à família, especialmente ao meu amigo James Cunha, pela perda do nosso conterrâneo Arnaldo Cunha.
    Obrigada, meu amigo James, por compartilhar memórias de seu pai que nos fazem reviver/conhecer uma parte dos tempos de outrora de nossa amada terra Penalva.

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