Criação da Freguesia Sâo José de Penalva

CRIAÇÃO DA FREGUESIA DE SÃO JOSÉ DE PENALVA A história de Penalva é para ser contada a partir da sua fundação com data de 27 de julho de 1.858, quando foi criada a freguesia de São José de Penalva, pela Lei Imperial n°510, desmembrando-a da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Viana. Este ato, aprovado pela Assembleia, foi sancionado pelo vice-presidente da Província, João Pedro Dias Vieira. Veja a transcrição: Em requerimento, protocolado com data de 13/12/2023, assinado por este signatário, foi dado entrada na Câmara Municipal de Penalva, solicitando apreciação e aprovação da data da criação da cidade de Penalva, 27/07/1858, para reconhecimento de 166 anos, como a data de sua fundação. Esta data deve ser lembrada pelo seu valor histórico, tornando-se relevante por ser didática e cultural. Além de resgatarmos o início da nossa história, construída por valores esquecidos pela inoperância do poder; afinal, a emancipação política só existe por causa do legado deixado pelo trabalho dos nossos precursores.

A história de Penalva é para ser contada a partir da sua fundação com data de 27 de julho de 1.858, quando foi criada a freguesia de São José de Penalva, pela Lei Imperial n°510, desmembrando-a da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Viana. Este ato, aprovado pela Assembleia, foi sancionado pelo vice-presidente da Província, João Pedro Dias Vieira. Veja a transcrição:

Em requerimento, protocolado com data de 13/12/2023, assinado pelo signatário Dr.Ivaldo Castelo Branco, foi dada a entrada na Câmara Municipal de Penalva, solicitando apreciação e aprovação da data da criação da cidade de Penalva, 27/07/1858, para reconhecimento de 166 anos, como a data de sua fundação. Esta data deve ser lembrada pelo seu valor histórico, tornando-se relevante por ser didática e cultural. Além de resgatarmos o início da nossa história, construída por valores esquecidos pela inoperância do poder; afinal, a emancipação política só existe por causa do legado deixado pelo trabalho dos nossos precursores.

 

Fonte: Instituto Ivaldo Castelo Branco