O Menino e o Disco Voador em Penalva-MA

Aconteceu em abril de 1978. O menino Luis Carlos Serra, estudante da sétima série, apanhando frutas próximo ao Bacurau é raptado por um disco voador. Ao voltar do passeio misterioso ele não fala, não come e mostra-se indiferente. Aos seus familiares, escreve que foi levado por um aparelho e teve até alguns dentes arrancados pelo OVNI.
Transcrevemos abaixo a reportagem do matutino de São Luis “O Jornal”, edição n°. 305, de 04 de abril de 1978. “Luís Carlos Serra”, ao lado da reportagem, de sua mãe Maria Domingas Serra (viúva), médicos e funcionários do hospital, repetiu a mesma narrativa que vinha contando por escrito durante o tempo em que passou sem fala.
Disse ele que se encontrava apanhando frutas, por volta do meio dia, quando foi surpreendido por um forte clarão vermelho que o puxou para o inferior de um estranho aparelho, em forma de pilão.
Que as pessoas (eram três), que estiveram com ele durante todo o tempo em que permaneceu acordado (muito pequeno, pois grande parte dos três dias esteve desfalecido) tinham pouco mais de um metro de altura, vestiam roupas metálicas com botas e luvas de borracha, falavam numa língua que ele nunca conseguiu entender e não mostraram sua verdadeira face (tinham permanentemente um capacete de metal sobre a cabeça com visor de vidro opaco que lhes cobria todo o rosto). Aconteceu em abril de 1978,  não em março como foi narrado no vídeo abaixo.

Para desmaiá-lo eles lhe deram para beber um líquido amarelo sem gosto definido e o mantiveram durante todo tempo sentado numa cadeira de metal semelhante, no desenho, à cadeira de dentista.
Logo que chegaram num local estranho (parecia uma ilha onde não havia ninguém, aparentemente) foi colocado numa mesa de pedra, pela descrição parecendo retangular, onde novamente desfaleceu.
Só voltou a ter consciência de sua pessoa já em Penalva, embora sutilmente quando foi mandado de volta a terra exatamente no local onde foi encontrado e socorrido pelo pai de Byll do Arrocha, o pescador senhor José Ribamar dos Santos hoje com 90 anos Bento vividos “Capucho”, tendo sentido dores nos dentes (resultado da extração). Em São Luís a junta de odontólogos que examinou o jovem raptado evidenciou que houve uma tentativa de extração dos dentes molares, no entanto as raizes (pelo exame radiográfico), estavam perfeitamente evidenciadas.
“Também examinamos Luís Carlos (antes de sua viagem para São Luís) e de estranho na cavidade bucal só a região do 1° molar superior sugerindo uma cicatrização. Com um explorador odontológico também notamos a presença das raízes dentárias.” disse o odontológo penalvense Dr. Raimundo Balby

Conclusão desta fantástica estória:os ETs eram péssimos em Odontologia? Dentistas práticos?

Mito ou verdade?
Acredite… se quiser !

Obs: Fomos Informados de que o Luís Carlos, atualmente se encontra residindo no Estado do Amapá – Macapá Brasil.

 

Reeditado do Livro ” Nos Tempos do Cine Trianon ” no qual eu tive a alegria e satisfação de escrever o prefácio de autoria do meu parente  Dr.Raimundo Balby.

 

Francisco Cunha, Intendente e Prefeito de Penalva

Francisco Cunha ao meio. / Lado direito  Albertina (Bebé) / Lado esquerdo, Raimunda (Didi ou Didita).

 Francisco Cunha nasceu em Viana, cidade coirmã da baixada Maranhense e faleceu em Penalva. Foi casado com Maria Amélia Neves Cunha, com a qual teve quatro filhos:
Didi Cunha, casada com Augusto Pinto Leis; Bebé, casada com Nestor Balby; João Pedro Neves da cunha (João Cunha), casado com Ezilda Mendonça Balby Cunha e Maria de Lourdes (Zizina) que faleceu aos 15 anos idade.

Francisco Cunha na sua juventude já demonstrava interesse pelas artes, costumava fazer decorações natalinas em residências de amigos, era artesão, pois, fazia desenhos e esculpia nas tampas de maletas, fazia desenhos para servirem de detalhes nas selas da sapataria de Nestor Balby, pois, era designer gráfico, foi tipógrafo do Diário Oficial na Secretaria do Estado na capital, foi nomeado Interventor de Penalva em 1938 por Paulo Ramos e, nessa condição, empreendeu algumas obras relevantes, como por exemplo, a construção de cemitério, e mercado público. Na sua época, Cunha foi um visionário, prevendo a devastação futura do Formoso delimitou uma imensa área para servir de reserva florestal do município.Contam os mais antigos de que um certo índio de nome Humaity tratou de destruir parte desta reserva por não concordar com Francisco Cunha.E foi Durante o governo de Estevão Travassos a partir de 1948, com a sua morte em pleno mandato em 1949, Josias Silva vice renunciou e Francisco Cunha presidente da Câmara, assumiu tornando-se prefeito.E no dia 31 de janeiro de 1951, Francisco Cunha passou o cargo para o novo prefeito eleito – Wilson Marques.Francisco Cunha  era irmão de Josias Cunha, cirurgião dentista, que foi deputado constituinte em 1935.Em homenagem ao ex-prefeito e Intendente de Penalva – existe a rua Francisco Cunha.

Câmara Municipal de Penalva Aprova Projeto de Lei em Favor da cultura Local

.Foi com grande expectativa a sessão da Câmara Municipal, quinta-feira( 4/9), cuja galeria ficou completamente lotada por representantes da cultura, quando os Edis do parlamento penalvense aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei N°. O22/2O25, da vereadora Jeane da Pesca que dispõe sobre a inserção no calendário festivo do município apresentação dos artistas ou grupos coletivos da nossa cultura. A representante do Conselho Municipal de Cultura, Luci Moraes, artista plástica, artesã, poetisa e designer de modas, ao sentir que a cultura tradicional vem perdendo espaço, resolveu mobilizar os fazedores de cultura de todas as vertentes culturais,tais como: bumba meu boi, sotaque da baixada e orquestra, grupos de caixeiras do Divino Espírito Santo e Bambaê, grupos de tambores de Crioula, Povos de Terreiro, Bailes de São Gonçalo e orquestras, reunindo também os cantores da terra."Todos com as mesmas reivindicações, resolvemos unir as forças culturais em prol de um único objetivo - a valorização da cultura da nossa amada Penalva", disse Luci Moraes. Agora, depois da sanção do executivo, será lei obrigatória à participação dos fazedores de cultura, em shows, eventos que o município promover, inclusive com o cachê após a realização do evento, quando de cada apresentação. "A nossa cultura é muito diversificada e forte, não precisa esperar ano a ano para ser valorizada, agora com essa aprovação avançamos muito, para o fortalecimento e preservação da cultura local, a qual precisa ainda mais de mais incentivo por meio de políticas públicas voltadas para as nossos manifestações da cultura popular, disse a Presidente da Câmara, Luana Alves de Morais, conhecida carinhosamente pelo povo como Luana da Colônia Z-23.

A Câmara Municipal de Penalva, na Baixada Maranhense se reuniu no Plenário João Fonseca, quinta-feira ( 4/9), cuja galeria ficou completamente lotada por representantes da cultura, quando os edis do parlamento penalvense aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei N°. O22/2O25, da vereadora Jeane da Pesca que dispõe sobre a inserção no calendário festivo do município, para contratação de artistas e grupos coletivos da nossa cultura.
A representante do Conselho Municipal de Cultura, Luci Moraes, artista plástica, artesã, poetisa e designer de modas, ao sentir que a cultura tradicional vem perdendo espaço, resolveu mobilizar os fazedores de cultura de todas as vertentes culturais,tais como: bumba meu boi, sotaque da baixada e orquestra, grupos de caixeiras do Divino Espírito Santo,  Bambaê , grupos de tambores de Crioula, Povos de Terreiro, Bailes de São Gonçalo e  Bandas de Orquestras reunindo também os cantores da terra.”Todos com as mesmas reivindicações, resolvemos unir as forças culturais em prol de um único objetivo – a valorização da cultura da nossa amada Penalva”, disse Luci Moraes.
Agora, depois da sanção do executivo, será lei obrigatória à contratação dos fazedores de cultura, em shows, eventos que o município promover, inclusive com o cachê após a realização do evento, quando de cada apresentação.

“A nossa cultura é muito diversificada e forte, não precisa esperar ano a ano para ser valorizada, agora, com essa aprovação avançaremos muito, para o fortalecimento e preservação da cultura local, a qual precisa ainda mais de incentivos por meio de políticas públicas voltadas para as nossos manifestações da cultura popular, estaremos à disposição de todos para o bem e engrandecimento da nossa cidade, disse a Presidente da Câmara, Luana Alves de Morais, conhecida carinhosamente pelo povo como Luana da Colônia.

A Professora Bonifácia Travassos Oliveira

Professora Bonifácia Travassos Oliveira

A Professora Bonifácia Travassos Oliveira, nasceu em Penalva no dia O4/O2/1918, faleceu  em 22/O7/2022, filha de Narcílio Travassos e Raimunda Simas Travassos. Casou-se com Francisco de Assis Oliveira, com  quem teve os seguintes filhos: José Bonifácio Travassos Oliveira, Francisco Travassos Oliveira,Maria de Jesus Travassos Oliveira e Maria do Socorro Oliveira Saldanha. Foi uma exímia professora do Grupo Escolar Dr.José Joaquim Marques, escola de maior tradição em Penalva, na Baixada Maranhense, foi educadora de várias gerações, inclusive dona Bonifácia Travassos Oliveira,  foi minha professora no ensino primário – como na época era chamado.Fiz até o 5`. ano e depois  desse período fui submetido a um exame de admissão para ingressar no Ginásio Celso Magalhães. Lembro do tema do ditado que foi “À Decisão”, tirei nota nove, a professora ditava e o aluno escrevia para um determinado dia marcado saber do resultado, era muita adrenalina e  expectativa.

Foto:
Anselmo Mendes

Foto: Netinho Lopes Martins

Entretanto, o que muita gente não sabe é que o verdadeiro nome da professora homenageada pelo  Farol do Saber no centro da cidade – é Professora Bonifácia Travassos Oliveira, o seu nome batismal.