Francisco Cunha, Intendente e Prefeito de Penalva

Francisco Cunha ao meio. / Lado direito  Albertina (Bebé) / Lado esquerdo, Raimunda (Didi ou Didita).

 Francisco Cunha nasceu em Viana, cidade coirmã da baixada Maranhense e faleceu em Penalva. Foi casado com Maria Amélia Neves Cunha, com a qual teve quatro filhos:
Didi Cunha, casada com Augusto Pinto Leis; Bebé, casada com Nestor Balby; João Pedro Neves da cunha (João Cunha), casado com Ezilda Mendonça Balby Cunha e Maria de Lourdes (Zizina) que faleceu aos 15 anos idade.

Francisco Cunha na sua juventude já demonstrava interesse pelas artes, costumava fazer decorações natalinas em residências de amigos, era artesão, pois, fazia desenhos e esculpia nas tampas de maletas, fazia desenhos para servirem de detalhes nas selas da sapataria de Nestor Balby, pois, era designer gráfico, foi tipógrafo do Diário Oficial na Secretaria do Estado na capital, foi nomeado Interventor de Penalva em 1938 por Paulo Ramos e, nessa condição, empreendeu algumas obras relevantes, como por exemplo, a construção de cemitério, e mercado público. Na sua época, Cunha foi um visionário, prevendo a devastação futura do Formoso delimitou uma imensa área para servir de reserva florestal do município.Contam os mais antigos de que um certo índio de nome Humaity tratou de destruir parte desta reserva por não concordar com Francisco Cunha.E foi Durante o governo de Estevão Travassos a partir de 1948, com a sua morte em pleno mandato em 1949, Josias Silva vice renunciou e Francisco Cunha presidente da Câmara, assumiu tornando-se prefeito.E no dia 31 de janeiro de 1951, Francisco Cunha passou o cargo para o novo prefeito eleito – Wilson Marques.Francisco Cunha  era irmão de Josias Cunha, cirurgião dentista, que foi deputado constituinte em 1935.Em homenagem ao ex-prefeito e Intendente de Penalva – existe a rua Francisco Cunha.

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