Celso Magalhães, Um Promotor por excelência

Celso Tertuliano da Cunha Magalhães Bico de Pera de Luigi Dovera.

Descanso, 11 de novembro de 1849, nasceu Celso da Cunha Magalhães, na época o povoado pertencia a freguesia São José de Penalva distrito de Viana e faleceu no dia 09 de junho de 1879, segundo o livro Poesia Popular Brasileira na página 7, à Rua das Hortas num sobrado, n° 23 atual. Ainda é posssivel se localizar no Descanso o local da casa onde Celso nasceu. Formou-se em Direito pela Faculdade de Recife.Teve interesse pelo estudo do folclore como ciência, fato esse desprezível e sem valor para os intelectuais de sua época. Foi poeta,escritor de uma diversidade de gêneros. É Patrono da Cadeira de número 5 da Academia Maranhense de Letras. Começou sua carreira de folclorista produzindo artigos sobre a tradição oral de origem portuguesa quando ainda era estudante de Direito, que foram publicados em 1873 sob o título “A Poesia Popular Brasileira” no jornal acadêmico O Trabalho, de Recife, versando sobre uma multiplicidade de temas do folclore. Os dez artigos foram republicados em outros jornais e o autor tinha planos de reuní-los em um livro, mas os manuscritos se perderam e com eles significativa quantidade de material inédito igualmente desapareceu.O seu primeiro trabalho ficcional foi a novela “Ela Por Ela”, que apareceu no jornal O País em 1870, à qual se seguiram outras obras de ficção, como o romance “Um Estudo de Temperamento” (1870) e a novela “Pelo Correio” (1873). No campo do teatro deixou um esboço incompleto intitulado “O Processo Valadares” (1873) e o drama perdido O “Padre Estanislau”, além de prefácios para peças alheias e coletâneas de crônicas teatrais.

Foto da Anna Rosa Viana Ribeiro a Baronesa de Grajaú

Celso da Cunha já em São Luís, teve a bravura de fazer sentar no banco de ré Anna Rosa Viana Ribeiro, casada com o médico e político liberal Carlos Fernando Ribeiro, rica dama escravagista da sociedade de São  Luís do século XIX por maus-tratos até à morte em 27 de outubro de 1876 do escravinho Inocêncio  de apenas 8 anos.Ela foi presa algumas semanas até  o dia do julgamento e processada por Celso da Cunha.A cruel homicida  acabou sendo absolvida escandalosamente pelo conselho de sentença formado por pessoas brancas, fazendeiros, comerciantes, oficiais; senhoras da época trajando roupas pretas assistiam ao  julgamente tristemente aos prantos e revolta por causa da repercussão e comoção no dia do Júri. Em uma ocasião, para se ter ideia de sua brutalidade, ordenou que todos os dentes de uma mulher escravizada, Militina, fossem arrancados apenas por ela sorrir para seu marido.


 

O Julgamento em 22 de fevereiro de 1877

“Perante as Leis do nosso processo não é o escravo pessoa miserável e, como tal, não está sob à proteção do Ministério Público”?

Celso Magalhães ainda apelou  ao Superior Tribunal da Relação sem sucesso e esse horrendo crime ficou impune. E ainda foi demitido severamente pelo Barão de Grajaú quando este assumiu à presidência da Província a partir de 28 de março de 1878, tendo ele ficado muito deprimido  e acabou falecendo em 1879 com apenas 30 anos de idade supostamente para alguns escritores, acometido de uma febre perniciosa que assolou o Maranhão nessa época.Foi um fervoroso abolicionista a ponto de libertar os escravos da fazenda de seu pai.Contudo, deixou um legado incomum ao Ministério Público do Maranhão.

O sobrado que pertenceu à família Ribeiro com gravura de uma flor vermelha supostamente ironizando a Celso da Cunha Magalhães.

Celso Magalhães foi um servo do cumprimento de seu dever.Usava na botoeira do seu paletó uma flor vermelha, lágrima de sangue, que por muito tempo seus ccontemporâneos do meio jurídico chamavam ” A flor de Celso”.Era ossudo, móvel, falador e um exímio orador.Em Penalva, Viana e São Luís existem ruas homenageando o seu nome.

Na avenida prof. Carlos Cunha em São luis tem o Edifício Promotor Celso Magalhães. Esta é apenas uma exclamação diante das 833 páginas, contidas nos Autos do Processo do Crime da Baronesa de Grajaú entre 1876-1877, desse célebre penalvense por Excelência , chamado Promotor Celso Tertuliano da Cunha Magalhães.

X Festival do peixe em Penalva

Teve início no último domingo (25/9/87), o X Festival do Peixe com alvorada e missa em ação de graças aos pescadores, celebrada pela Igreja de São José e se estenderá ate o dia 1° de novembro na cidade de Penalva, aproximadamente a 252 km de São Luís, às  margens do rio Cajari.

Proprietário Newton Farias e o Motorista Zeca Cabeludo.

O acesso pode ser cansativo , o ônibus vai até Viana e em seguida é pau de   arara  (jardineira), veículo coberto com tábuas atravessadas em forma de bancos ou lanchinha, mas vale a pena conhecer a exuberância dos campos verdejantes, lençois de garças sobrevoando o lago Cajari, também, a ilha movediça do Formoso em época do inverno, o engenho do Jatobá, cuja cachaça é famosa na região, enfim, a natureza resistindo à depredação da natureza em comum com a falta de respeito para com à nossa cultura.
Felizmente, quem tomou conta da festa este ano foram os próprios pescadores da Colônia-Z-23, que passaram a contar com o apoio de Leoberto Mendes, filho da terra, com Know-how na área de promoções artísticas e culturais.
Com uma população de quase 30 mil habitantes, a economia penalvense flutua numa produção agrícola típica, mandioca, feijão e milho, porém voltado para a pesca, principal meio de subsistência do município.
Neste X Festival de Peixe, o visitante poderá conhecer e degustar as mais variadas espécies, como, traíra, aracu, piranha, mandubé, surubim, pescada, mandi, calambange, bodó, tubi e curimatá, entre outros.

Pescador às margens do Rio Cajari

Além do peixe, uma quantidade razoável de babaçu é exportada para as indústrias oleaginosas de São Luís.E bote jatobá nisso também. Penalva produziu muitos artistas renomados.No próximo dia 31 de outubro alguns deles estarão lá, mostrando um pouco de sua arte, conforme programação distribuída na cidade.E durante toda semana haverá concursos, festas no barracão da Colônia, prêmiação para o melhor tarrafeador, quebra de coco, apresentação de bumba Meu Boi, caixeiras, etc.
A festa ecerra no dia 1° de novembro (domingo) , com troféus a quem pescar o maior número de peixes, show de paquedismo, finalissima do sensual concurso ” Garota do Festival” , forró, reggae e muita gente bonita..

 

In memorin, Festival do Peixe

Ano 1987.

 

 

O Abandono do Sobrado Amarelo de Viana


        ( Imagem atual do sobradão )

O patrimônio histórico de Viana se encontra extremamente abandonado e visivelmente entregue às ruínas, foi o que levou a vianense Mércia Borges, mulher corajosa, determinada, ex-funcionária do Ministério do Turismo denunciar a situação de abandono em que se encontra o casarão amarelo da antiga fábrica Santa Maria – símbolo da economia de Viana e do patrimônio cultural da cidade, cuja construção deu-se no século XIX pelo português Pimpão Maia, com materiais vindos de Portugal, como seus belos azulejos amarelos e pedras de cantaria.A cada ano, o antigo casarão vem sofrendo com ação natural do tempo.É preciso resgatar à historicidade desse lugar aconchegante que ganhou o título de “Rainha da Baixada” pelo seu imponente patrimônio histórico, lagos verdejantes e gente hospitaleira, mas parece que Viana está mesmo perdendo à sua tradição, dada à insensatez de seus gestores que não cuidaram do seu patrimônio público.


Vale ressaltar, que o atual gestor Carrinho Cidreira, conforme matéria publicada no site da FAMEM em 1° de fevereiro de 2021 se reuniu com secretário Estadual de Cultura e uma das pautas foi no sentido de buscar recursos que pudessem garantir a completa restauração desse monumento histórico de Viana e até agora nada foi feito, pois, quatro anos se passaram e o sobrado continua pedindo socorro antes que se acabe de uma vez.

” Um povo sem memória é um povo sem história.E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado ”
Emilia viotti da Costa.

Por James Cunha. ✍️

Sobrado histórico de Viana em Ruína

Foto: Francisco Mendonça Filho

O sobrado colonial do século XIX é símbolo da história da economia da cidade histórica de Viana, que na época foi o município mais rico e importante da região.A cidade era conhecida pelo honroso título de “Rainha da Baixada Maranhense”. O sobrado de azulejos amarelos, estrategicamente localizado próximo ao porto, onde florescia o melhor comércio da cidade, funcionou a antiga fábrica Santa Maria, na Rua Cônego Hemetério, no centro histórico de Viana.


O abandono

Esse sobrado foi edificado pelo português conhecido como Pimpão Maia, construído com muitos materiais vindos de Portugual, com fachada de azulejos, pedras de cantaria em suas quinas e nas calçadas.Com o Passar do tempo, doutor Araão, o doutor Bona e seu sócio José Silva assumiram à direção da fábrica, em seguida, foi a vez de Leonel Alves de Carvalho, assumir. Anos após esse império comercial que era a fábrica Santa Maria, passou a pertencer ao empresário Edgar Serzedêlo de Carvalho, neto do famoso Estêvão Rafael de Carvalho.Mais tarde a convite do empresário, aportou em Viana um jovem português chamado Antonio Gaspar Marques, que logo se tornaria sócio do proprietário.Com o falecimento do Edgar, assumiu José Miguel de Castro e no início da década de 1930, o português assumiria os negócios, depois de casar-se com uma vianense e ali residir por alguns anos. Tempos depois, chegaria de Portugal um primo do Antonio Marques, chamado Armando Gaspar, que lhe substituiria a frente do comércio, enquanto o primeiro transferia-se para São Luís. Armando também se casou em Viana com Maria da Conceição Pinheiro (Zizi , entenda o porquê de Vila Zizi), filha de um outro português, Delfim Neves Pinheiro, há muito estabelecido na cidade. Os últimos moradores do sobrado amarelo foram o Sr. José Mendes Pinheiro e sua esposa, D. Laura Mohana, que ali viveram durante as décadas de 50 e 60, quando ainda mantinham no prédio o comércio de tecidos, a fábrica de pilar arroz, a máquina de descaroçar algodão e mais uma de torrefação de café, o famoso Café Pinheiro, que se tornou uma referência na cidade de Viana. Em sessão solene da Academia Vianense de Letras, ocorrida em 25 de novembro de 2017 foi feita a doação do casarão da fábrica Santa Maria (sobrado Amarelo) de propriedade da família Gaspar, ao município de Viana, que recebeu da citada família das maõs de Raimundo Gaspar, responsável pelas empresas da família a escritura pública de doação do imóvel, segundo o gestor municipal da época seria feita a restauração onde funcionaria o Centro de Cultura da Cidade de Viana, que infelizmente não saiu do papel.
A nova gestão municipal através do prefeito Carrinho Cidreira, conforme matéria publicada no site da FAMEM em 1° de fevereiro de 2021 o atual prefeito se reuniu com o secretário Estadual de Cultura e uma das pautas foi no sentido de buscar recursos que pudessem garantir a restauração completa desse importante monumento histórico de Viana.A propósito, estamos torcendo para que a nova gestão municipal tenha êxito nessa importante recuperação desse patrimônio histórico e arquitetônico da nossa cidade de Viana, que se encontra em ruínas se deteriorando com o tempo e que ainda pode e deve ser restaurado. Se com parcerias foi possível reconstruir um patrimônio histórico demolido, por que não restaurar um em ruínas pedindo socorro?

Fonte:

(*) Áureo Viegas Mendonça é geógrafo, escritor, servidor público federal e pesquisador.

Fonte da Pesquisa:

Cordeiro, João Mendonça, Retrato de Viana MA, 1683 a 2013. São Luís: Segraf, 2016.
Gaspar, Carlos. O Sobrado Amarelo, São Luís: Sotaque Norte, 2007.
Jornal o Renascer Vianense, edições nº 17 e 37
Soeiro, José. Viana te amarei por toda a vida. São Luís: Editora Folha da Baixada. 2007.

Vereadores Denunciam Hospital (1989).

James Cunha ( convidado), Silvio Maia, Zé Luís, vice-prefeito Geraldo Dominices, Elineide Matos, Luiz Gama,Tomaz de Aquino, Doroteu Ricardo Viegas e Edgardino Reis ( sentado).

Durante os trabalhos da 1ª. sessão ordinária da Câmara Municipal, realizada no dia 1° de março de 1989, o vereador Luíz Gama usou da palavra para denunciar no plenário do legislativo uma entidade intitulada ” Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância Jesus de Nazaré ” que tinha como presidente permanente o ex-prefeito José Duarte Gonçalves, recentemente, passado à presidência ao Dr.Geovane Castro, tendo alguma participação somente na parte financeira.Luiz tachou à associação de irregular e fonte de corrupção do ex-prefeito. Na oportunidade, pediu providências dos seus pares que não ficassem omissos ao caso; disse que verbas no valor de NCz$ 8.000,00( oito mil cruzados novos) são repassados à essa associação,( cujos sócios são de nomes desconhecidos na cidade), oriundas do INPS, já denunciada pela vereadora Elineide Matos em épocas anteriores , pois são repassadas aos srs. José Gonçalves e Dr.Geovane , fato esse em Penalva que vem repercutindo muito, despertando comentários nas esquinas e nos bares, piadas irônicas daqueles que costumam fazer humor, mesmo tratando-se de coisas tão sérias. Até a maior parte do funcionalismo do hospital é paga com outros recursos, quando o correto seria pelos da associação, a qual mantém o hospital. Com essas e outras, fica evidenciado o foco de corrupção que hoje impera nessa associação supostamente de fins lucrativos ou até mesmo de maracutaias.

A equipe de vereadores adentrando ainda mais nas dependências do hospital se deparou com merenda escolar, parte já deteriorada como é o caso do leite que deveria ser distribuído à população de baixa renda. Aliás, segundo dizem em Penalva, trata-se da merenda escolar desviada da finalidade ( escola), para completar à alimentação dos pacientes do hospital. A lavanderia está funcionando precariamente a céu aberto no quintal do hospital sem higiene podendo, inclusive, até causar contaminação aos pacientes, pois, a máquina de lavar roupas nunca funcionou, ” o motor foi roubado ” disse temerosamente um funcionário que não quis se identificar. E até mesmo o gerador de energia foi levado para São Luís para conserto e nunca mais voltou. Ao lado do hospital há uma enorme fossa sem cobertura , onde é jogado o lixo hospitalar, água das torneiras, banheiros causando um mau cheiro na vizinhança, como se fosse o cartão de visita da dita casa de saúde. Há estufas encaixotadas sem nunca terem sido pelo menos abertas jogadas nos cantos sujos do hospital. Uma aparelhagem completa de um gabinete dentário que iria para o Jacaré, encontra-se enferrujada ao lado de remédios estocados sem uso. Uma fonte segura do hospital informou que o ex-prefeito doou uma ambulância do município para à associação, tendo sido vista diversas vezes em São Luís na porta da sua residência.

A corrupção também faz parte do quadro caótico que hoje esboça uma paisagem negativa, não somente do hospital, mas também da administração do ex-prefeito.   E assim, essa crise afeta  muito a população, principalmente a mais carente, desassistida, enquanto isso o  ex-prefeito divide os recursos que chegam (INPS) com seu sucessor dessa associação. .

Jornal Pequeno, março 1989.
Por James Cunha. ✍️

Criação da Freguesia Sâo José de Penalva

CRIAÇÃO DA FREGUESIA DE SÃO JOSÉ DE PENALVA A história de Penalva é para ser contada a partir da sua fundação com data de 27 de julho de 1.858, quando foi criada a freguesia de São José de Penalva, pela Lei Imperial n°510, desmembrando-a da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Viana. Este ato, aprovado pela Assembleia, foi sancionado pelo vice-presidente da Província, João Pedro Dias Vieira. Veja a transcrição: Em requerimento, protocolado com data de 13/12/2023, assinado por este signatário, foi dado entrada na Câmara Municipal de Penalva, solicitando apreciação e aprovação da data da criação da cidade de Penalva, 27/07/1858, para reconhecimento de 166 anos, como a data de sua fundação. Esta data deve ser lembrada pelo seu valor histórico, tornando-se relevante por ser didática e cultural. Além de resgatarmos o início da nossa história, construída por valores esquecidos pela inoperância do poder; afinal, a emancipação política só existe por causa do legado deixado pelo trabalho dos nossos precursores.

A história de Penalva é para ser contada a partir da sua fundação com data de 27 de julho de 1.858, quando foi criada a freguesia de São José de Penalva, pela Lei Imperial n°510, desmembrando-a da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Viana. Este ato, aprovado pela Assembleia, foi sancionado pelo vice-presidente da Província, João Pedro Dias Vieira. Veja a transcrição:

Em requerimento, protocolado com data de 13/12/2023, assinado pelo signatário Dr.Ivaldo Castelo Branco, foi dada a entrada na Câmara Municipal de Penalva, solicitando apreciação e aprovação da data da criação da cidade de Penalva, 27/07/1858, para reconhecimento de 166 anos, como a data de sua fundação. Esta data deve ser lembrada pelo seu valor histórico, tornando-se relevante por ser didática e cultural. Além de resgatarmos o início da nossa história, construída por valores esquecidos pela inoperância do poder; afinal, a emancipação política só existe por causa do legado deixado pelo trabalho dos nossos precursores.

 

Fonte: Instituto Ivaldo Castelo Branco

A Resiliência de Uma Sertaneja vitoriosa

Sexta-feira (21), Luana da Colônia Z-23 estará sendo entrevistada pelo professor Gonçalo Neto, historiador e da Academia Penalvense de Letras às 9h no Bambaê Podcast.

Luana Alves de Morais, é uma mulher de 38 anos, nascida e criada no sertão do Maranhão. Desde cedo, demonstrou uma resiliência e determinação inabaláveis, enfrentando as adversidades típicas de sua região com coragem e dedicação. Sua paixão pela justiça social e pelo bem-estar de sua comunidade a levou a ingressar na política, onde rapidamente se destacou por sua habilidade em articular e defender os interesses dos mais necessitados.

Como política, Luana é conhecida por seu compromisso inabalável com a prestação de serviços à comunidade. Ela implementou diversos projetos voltados para a melhoria da infraestrutura local, educação e saúde, sempre com um olhar atento às necessidades do povo. Sua atuação vai além da política; ela está sempre presente nas ações comunitárias, participando ativamente e ouvindo os anseios de cada cidadão.

Amada pelo povo é vista como uma verdadeira lutadora. Seu amor pela comunidade penalvense se reflete em cada uma de suas iniciativas, sempre guiadas pelo desejo de proporcionar uma vida melhor para todos ao seu redor. Seu legado é marcado por uma trajetória de luta, dedicação e amor incondicional ao povo da Baixada Maranhense em especial ao povo de Penalva.

O Relógio de Francisco Cunha

Recebi da querida tia Glória Cunha  o relógio de marca Omodox que pertenceu ao meu bisavô Francisco Cunha com a seguinte dedicatória:

 

Querido sobrinho,  James Azevedo Cunha

Envio-te, com carinho, este relógio Omodox, o qual pertenceu ao teu bisavô Francisco Cunha, posteriormente para o teu avô João Cunha, homem este, que gerenciou o tempo com sabedoria.O que muitos nos honra.Viveu intensamente! Contrito com Cristo Jesus, nâo se irritava facilmente, não blasfemava, não gritava com ninguém, não se impressionava com os problemas.Fazia suas orações com as mãos postas e suplicava e agradecia ao Pai Celestial.E assim, seguia humildemente…
Apreciava a vida.Alimentava sua mente ouvindo o seu rádio, jogando dama, gamão, assistindo as partidas dos jogos do seu amado Botafogo! A vibração e a alegria eram o seu lema.
As suas maiores virtudes? Otimista, alegre,positivo,homem de fé inabalável, simples,humilde,mas sábio pelo discernimento Divino.
Exemplo e fervor que nos deu? Amor a Deus, a doce Virgem Maria e ao Glorioso São José de Ribamar.
Enfim, temos um orgulho incomensurável em sermos filhos, netos, noras desse homem chamado João Pedro Neves da Cunha e Ezilda Mendonça da Cunha( Nossas referências de grandeza de valores humanos), seguimos imitando-os.

Da tua tia que te ama!
Maria da Glória Mendonça Cunha.